quarta-feira, 12 de novembro de 2014

10 pessoas que me irritam no Facebook


Desde já, peço desculpa aos meus fiéis seguidores se fazem parte desta lista, mas estas coisas têm de ser ditas. Se fazes parte de um destes tipos, estás a envergonhar-te a ti mesmo/a. Sim, muita gente te bloqueia porque te acha insuportável.

A pessoa omnipresente. Aquela pessoa que publica tudo o que faz, onde está e com quem está. Parece que tem medo de se perder ou acordar com amnésia e assim, recordar-se de tudo o que fez na véspera. Ninguém quer saber que comeste um gelado aqui e dez minutos depois fizeste cocó ali.

O bebé fofinho e ternurento. Aquela pessoa que quando tem filhos ou é padrinho/madrinha, torna a sua página num altar à criança. Foto de perfil com uma criança feliz, frases sobre como é bom ser mãe, ou todas as notícias sobre bebés. Já todos percebemos que tens um filho. Por muito orgulho que tenhas, o teu filho não és tu. Cada dia que passa, tenho mais amigos com esta febre. MEDO.

Os siameses. Aqueles casais que têm o Facebook em conjunto. Ah, é uma prova de que confiam um no outro? Tá bem. Para mim é uma prova que não têm personalidade nenhuma. E depois, sei lá com quem estou a falar.. és o Joaquim ou a Maria? Estou confusa.

Emo land. Aquela pessoa que só fala mal da sua vida. Que só põe notícias tristes e tá de mal com tudo e com todos. "Tenho fome", "Dói-me a alma", "Ninguém me ama". Ok, attention whore. Todos sabemos que queres comentários e palmadinhas nas costas. A verdade é que no one cares.

O gamer das fazendas. Mas não um gamer qualquer. Só joga joguinhos de Facebook e envia convites a cada dez minutos. Já ninguém tem paciência, isso é tão anos 2000. Arranja antes uma Playstation - mas não partilhes todos os troféus que ganhas.

O lurker. Aquela pessoa que lê tudo e sabe tudo sobre os outros mas nunca diz nada. Um dia, é capaz de te dizer "Ah, eu vi essa tua foto! Está tão gira!" - eles andam sempre à espreita, mas dar sinais de vida, está quieto.

O posta tudo. Aquela pessoa que publica tudo. O que gosta, o que não gosta, os gatinhos desaparecidos e a review da série Xis. Todos temos Facebook para darmos a nossa opinião, mas ter o nosso feed invadido pelas notícias de uma pessoa só...

A lavagem automática. Aqueles casais que lavam a roupa suja em directo, para todos nós vermos. Todos sabem quando acabaram, porque acabaram e quando reataram. Ok, confesso que até tem uma certa piada. *grabs popcorns*.

O come quizzes. Já falei deles neste post. Fazem uma média de cinco por dia. Ninguém comenta, ninguém põe like, isto devido à saturação da informação excessiva que esta pessoa publica no seu mural. Calma... a internet já existe há algum tempo.

O mete nojo da bola. Quando a sua equipa perde, este facebookiano fica calado que nem um rato. Mas quando as equipas dos outros perdem, chovem comentários jocosos, fotomontagens futebolísticas feitas no Paint, e toda uma panóplia de comentários acerca do mau jogo. Dos adversários, claro.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

Fakers gonna fake, fake, fake.


É um cliché, mas a maior verdade é que os verdadeiros amigos se contam pelos dedos das mãos. A palavra amor não é a única que se tornou banal. O verdadeiro sentido da amizade parece ter-se evaporado.

Todos são considerados amigos - os colegas, os familiares, os mais próximos e os mais distantes, os ex e os actuais, aqueles 300 que temos nas redes sociais. Quantos deles estão lá quando verdadeiramente precisamos? A amizade não pode ser one-sided. Um verdadeiro amigo sabe quando o outro precisa dele.

Desde miúda que tenho tendência a pôr os desejos dos outros à frente dos meus, as suas preocupações à frente das minhas. Muitas vezes ajudei, lutei e dei tudo de mim por alguém, sem esperar nada em troca. Não devemos esperar algo em troca dos outros mas sabemos que, se são nossos amigos, farão o mesmo por nós.

Os últimos meses, alguns dos mais complicados para mim a nível emocional, foram decisivos e abriram-me a pestana. Não pedi nada a ninguém. Não me viram a pedir conforto, companhia e carinho. No entanto, tive tudo isto daquelas pessoas que me querem bem, que são as verdadeiras amigas. Sejam elas amizades recentes ou antigas, estou muito grata por todas elas.

Outras pessoas descartaram-se totalmente da minha vida. Foi um choque para mim. Quando ouvimos um "não te disse nada pois não sabia o que te dizer", estamos a ouvir uma grande balela. Quem gosta de nós, demonstra-o. Se não sabem o que dizer, têm sempre um gesto para demonstrar o seu carinho. Sempre fui ingénua em relação às amizades. Posso ter ficado magoada quando percebi que a palavra amigo não era a mais correcta mas, como tudo na vida tem um lado bom, cresci mais um bocadinho.

domingo, 9 de novembro de 2014

10 Coisas que Adoro na Invicta


E sem ordem de preferência:

A cidade. Em si, é lindíssima. Nada me dá mais prazer que deambular pelas ruas da baixa, de encontro ao desconhecido. Há sempre surpresas boas pelo caminho e edifícios espantosos.

A simpatia. Chamam-me moura, mas com um sorriso trocista. As gentes do norte são muito afectuosas, calorosas e parece que nascem com o dom de bem receber.

A comida. Desde a típica francesinha ao peixe grelhado na praia, só se come bem no Porto. Só aqui é que se consegue pagar tão pouco por tanta qualidade (e quantidade).

A ribeira. É única. As suas cores e gentes, a música pimba às janelas e a vista fabulosa.

A praia. Onde quer que eu esteja, tenho de ter o mar bem perto. A água por vezes é gélida, mas com uma beleza natural inquestionável.

A dimensão. Como menina da capital, acho que tudo na Invicta fica perto. Num instante ponho-me em qualquer lado e, se tiver de ir a pé, não haverá grande problema.

A cultura. Como designer, aprecio uma cidade que dá relevo à arte e cultura. Não faltam exposições, inaugurações, galerias e lojas artísticas.

As vistas. Qualquer miradouro da cidade garante uma vista fabulosa, principalmente com vistas para o rio. O meu novo spot favorito é o Jardim das Virtudes, onde uma princesa me levou em tempos.

O São João. Já fui às festas de todos os santos e mais alguns, por esse país fora. Nenhuma se compara a esta. Recomendo a todos, pelo menos uma vez.

A Ryanair. Agora também já há em Lisboa, mas com menos destinos. Já viajei, pelo Porto, para inúmeras capitais e cidades por esta Europa fora. Algumas, por menos de 50 euros, ida e volta.

Claramente, estou em modo countdown para a minha nova aventura.

sábado, 8 de novembro de 2014

Girl Power

Salvo raras excepções, qualquer rapariga nascida nos finais dos anos 80/inícios de 90 sofreu de uma febre incontrolável: Spice Mania. As Spice Girls não duraram muito tempo, mas a sua estadia foi tão intensa que se tornaram inesquecíveis.

Quem não se lembra das colecções de cromos e de fotos, das cassetes VHS com os videoclips, os CDs branquinhos e as cópias em cassete para ouvir no Walkman? E ainda o desodorizante, os perfumes, as bonecas iguais às originais.

Todas nós tínhamos uma favorita, aquela que "queríamos ser". Imitávamos os seus looks, os seus pentados e jeitos. E, hoje em dia, revemos fotografias desses tempos e rimo-nos das nossas figuras ridículas. (A minha favorita era a Posh, ninguém gostava dela mas eu delirava com as roupas e penteados. Tinha sempre o penteado igual ao dela, inclusive quando fez o seu pixie - eu fiquei horrível).

No curto tempo em que duraram, ensinaram-nos isto: Girl Power. Uma espécie de feminismo rebelde dos anos 90. E não só elas. As séries que víamos na TV, desde a Xena, a princesa guerreira, a Buffy, a caçadora de vampiros, transmitiam uma mensagem poderosa e feminista. Nós somos capazes de tudo, tomamos as nossas próprias decisões, ninguém nos pode controlar.

Seria de esperar que todas nós, que ouvimos essa máxima centenas de vezes, continuássemos a pratica-la. Hoje em dia, penso que é um dos melhores conselhos que os anos 90 nos trouxeram. A vida só faz sentido se for partilhada. Mas, nesta partilha, é muito importante que nos respeitem e dar-mo-nos ao respeito.

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Oh, a Ironia.

23 Convincing Reasons "Surprise, Bitch" Is Actually The Best Meme Of 2013

Eu bem digo, quase diariamente, que o Universo é muito matreiro. Às vezes apanhamos uma chapada de luva branca para ver se acordamos. Outras vezes, temos surpresas inesperadas que nos arrepiam até à medula. Há dias em que não cabemos em nós de tão felizes que estamos. E o Universo, este grande matreiro, por vezes "diz": "Ai não queres? Agora vais estudar essa lição até aprenderes".

Alguém se lembra do post de domingo passado? Sim, aquele post. Pois. O Universo achou que o meu post foi tão sentido e tão bonito que decidiu dar-me uma surpresa. Surpresa esta, que inclui contrato de trabalho, estabilidade financeira e a tão desejada liberdade que eu lhe pedia. Mas com uma condição, porque nada é grátis nesta vida. Uma nova experiência, na cidade que não me esqueceu.

Sou fiel às minhas palavras e, há cinco dias atrás escrevi que "não há melhor maneira de encarar os nossos medos do que agarrá-los pelos cornos". Dito e feito. Estou de malas feitas e de partida!

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Uma questão de personalidade!


Há uns tempos, descobri o teste de personalidade Myer Briggs e fiquei absolutamente surpreendida pela resposta. Primeiro, porque achava que este era apenas mais um teste que não devemos levar muito a sério. Em segundo lugar, porque a resposta que me deu é a minha cara.

A minha personalidade é ENFP, o que significa que sou uma pessoa extrovertida, intuitiva, sentimental e perceptiva. Sempre interessada em pessoas, expressiva e cheia de ideias a fervilhar na minha cabeça. Dou muitas oportunidades a quem me magoa, até chegar ao limite. Sempre em busca de aventura, entusiasmando-me com pequenos detalhes do dia a dia. Também tem as suas coisas más, como pôr quase sempre a vontade dos outros à frente das minhas. Confere.

É um teste muito interessante para se fazer, até para nos conhecermos melhor e aos nossos limites. Podem fazer o vosso teste clicando nesta página. E, para saberem mais sobre o tipo de personalidade que vos calhou, visitem esta página. Esta fala da carreira, do amor e da vida de acordo com o vosso resultado. Bom teste!

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Da Partilha.


Gosto de pessoas. Adoro conhecer pessoas novas, de estar e conversar com elas. Já referi anteriormente que ando em busca de trabalho e, sempre que estou numa entrevista, dou por mim a pensar que sou uma fala barato porque estou entusiasmada com os novos conhecimentos que acabei de fazer.

Dou muita importância aos momentos que estou a sós, comigo mesma e com os meus pensamentos. Apesar disto, sinto que estou no meu expoente máximo quando estou acompanhada. Adoro partilhar um momento com alguém, seja essa pessoa querida por mim ou um autêntico desconhecido. Ao fim ao cabo, as nossas memórias são grande parte de nós. E as que vou guardando com carinho são as de momentos de partilha, de cumplicidade, de companhia, de gargalhadas e mesmo momentos mais tristes. Tirem-me tudo, mas não o contacto com os outros.

Tenho me sentido sozinha ultimamente. Passei de dias rodeada de dezenas de pessoas a momentos que passo apenas comigo e com a minha consciência. Sei que preciso destes momentos e é com eles que cresço e aprendo a seguir em frente. Mas aquele prazer, aquela adrenalina, aquele entusiasmo que por vezes sinto é apenas vivido em partilha. Aconteça ela pessoalmente ou através da escrita.

Adoro pessoas e tenho adorado partilhar os meus momentos convosco.